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Ex-jihadista confessa que cometeu 500 assassinatos e 200 estupros.

Em uma rara entrevista, um soldado do Estado Islâmico preso pelo exército curdo no norte do Iraque deu detalhes sobre as atividades dos jihadistas. O muçulmano Amir Hussein, 21 anos, conta que entrou para o grupo extremista aos 13 anos.

Os líderes locais do grupo o ensinaram a matar com requintes de crueldade e lhe deram permissão para que estuprasse quantas mulheres quisesse. “Os homens jovens precisam disso. É normal”, declarou Amir à agência Reuters.

Seu relato mostra que ele não tem arrependimentos de ter cometido atrocidades em nome dos ideais do grupo terrorista. Segundo o jihadista, ele assassinou cerca de 500 pessoas e estuprou 200 mulheres.

“Matávamos quem precisássemos e degolávamos que precisássemos. No início, era difícil, mas ficou mais fácil com o tempo. Sete, oito ao mesmo tempo. Trinta, 40 pessoas. Levávamos [as vítimas] ao deserto e matávamos. Eu os colocava sentados, vendava e botava uma bala na cabeça deles. Era normal”, relata, reforçando que não sente qualquer tipo de arrependimento.

Os agentes de segurança curdos reconhecem que não é possível comprovar a quantidade de assassinatos e estupros cometidos por Amir, mas existem evidências de que ele tenha realizado vários destes atos contra cristãos e membros da minoria yazidi.

Desde outubro do ano passado, Amir está preso em uma cela pequena, tendo consigo apenas um Alcorão e um lençol. Ele foi preso numa investida para retomar-se a cidade de Kirkuk, no Iraque. Hoje ela está sob controle curdo.

Durante mais de dois anos o Estado Islâmico controlou a região, tendo proclamado seu califado. Foram massacradas milhares de famílias, sendo os alvos principais as minorias religiosas cristã e yazidi.

Apesar de ter perdido muito de sua força, o Estado Islâmico tem dado sinais que está se reagrupando e já ocorreram vários atos terroristas creditados a eles no norte da África, sobretudo na Líbia e no Egito.

 

fonte: gospelprime.

 

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