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Dia das Mães é todo dia!

Há beleza em ser mãe, amiga, aquela que estende a mão, mesmo quando as coisas não vão bem. Ser mãe é amar, é ser vulnerável às nossas fragilidades, se doar de todo coração.  É oferecer o colo, quando o mundo parece não ter chão.

Seus olhos brilhavam, e as palavras pareciam faltar. Mas sua leve expressão, revelava a emoção em poder dizer “sou mãe”.  Fran, como carinhosamente a chamamos, é mãe, esposa e serva, seja aqui na sede da MAIS, ao lado de seu esposo, exercendo seu ministério ou em sua casa. Francieli Karini Borges Maia, quando chegou à MAIS já tinha seus pequenos, Filipe na época com 6 anos de idade e Maiara com 2.

Emocionada, foi perceptível o privilégio que sente em poder criar os filhos em um contexto missionário, provando do amor e da bondade de Deus em cada detalhe. Mesmo em meio às dificuldades, poder experimentar dos detalhes que Deus a concedeu, através da dádiva de ser mãe. “Não teria outro lugar para estarmos agora e criá-los. O Lipe já orou por crianças de outros países, mesmo com pouco tempo na MAIS e sendo apenas uma criança, já tinha esse pensamento, que existia muitas pessoas sofrendo e que ele precisava orar por isso”, orgulhosa, ela comenta.

Como mãe, Fran se emociona em relatar simples experiências do seu dia a dia. Um momento marcante foi quando passou por uma fase turbulenta em sua saúde, e mesmo não estando fisicamente bem, Filipe e Maiara sempre quiseram estar ao seu lado, almejando o colo da mamãe, com o aconchego que somente ela poderia lhes oferecer.

A trajetória de Fran nos inspira assim como a história de outras mães a nossa volta e também todas as mães que representam a Igreja Sofredora. Mães de diferentes culturas, raças e etnias, mas que mesmo assim, não se deixam vencer por suas limitações e exercem o maravilhoso papel de mãe.

“Dou graças a Deus por estar com meus filhos, por todos os momentos que passamos juntos e cada bilhetinho que recebo deles. São os detalhes de Deus que me fazem ser grata em todo tempo. Eu desejo as mães da igreja sofredora muita paz na alma. Mesmo que não possamos mudar algumas situações, creio que, com a paz de Deus em nossos corações, conseguimos caminhar”, comenta.

FONTE: MAISNOMUNDO

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