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Após sua igreja orar, menina experimenta cura milagrosa: “Deus é o grande médico”


Uma garotinha que costumava brincar no sótão de um depósito próximo de sua casa estava tendo mais uma manhã tranquila. No dia 2 de fevereiro de 2011 ela, ao voltar da escola, estava se divertindo quando um acidente aconteceu. “Todos os dias ela ia brincar com seus gatos e ela caiu e bateu a cabeça no concreto. Ela foi se arrastando até chegar em casa”, contou Daryl, o pai de Reagan que tinha seis anos na época.

Então, um alvoroço tomou conta da fazenda Bowman, em Virginia (EUA). A mãe de Reagan disse: “Meu filho a encontrou na entrada da garagem e então a pegou e a levou para meu marido”. Seus pais, Daryl e Tara não viram nenhum sinal de ferimento sério.

Tara lembrou: “Sim, ela estava chorando, mas ela não disse nada. Ela não estava sangrando, não havia nada que indicasse que ela estava realmente ferida”. Para estarem seguros, eles ligaram para a emergência. Eles ficaram surpresos quando o esquadrão de resgate lhes disse que Reagan precisava ser levada para o hospital local.

A garotinha também foi encaminhada para o centro de traumatismo da Universidade de Virgínia, perto de Charlottesville. “Foi definitivamente um tempo difícil. Eu vi o helicóptero atravessar a montanha, até o horizonte”, disse Tara. “Saber que seu bebê está em um helicóptero e você não estar lá para ajudar é terrível”.

Daryl lembrou: “Tínhamos muitas preocupações. E no caminho fiz três telefonemas para três pregadores e pedi para que eles orassem por nós”. A mãe de Reagan disse: “Eu esperava levá-la para o hospital. Queria estar com ela em todos os momentos”.

Traumatismo craniano

No hospital, eles souberam que Reagan tinha sofrido um traumatismo craniano e estava em estado crítico. O Dr. Norwood disse: “Além de sua grave lesão cerebral, ela também tinha uma fratura na perna esquerda e uma outra fratura perto de seu olho direito. Foi muito grave. Seus ferimentos eram fatais. Ela poderia ter morrido num curto prazo”, disse.

A mãe de Reagan ficou atônita. “Ela estava deitada lá com muitos tubos ligados a seu corpo. Eles perfuraram seu crânio para verificar a pressão”. Seu pai disse: “Você simplesmente não podia acreditar. Quero dizer, tinha horas que eu estava meio confuso e não sabia o que pensar”.

O Dr. Norwood continuou a explicar sua condição. “A lesão cerebral resultou em inchaço do cérebro que progrediu rapidamente nas primeiras 48 horas. A pancada foi tão forte que seu cérebro poderia ter escapado pelos seus ouvidos”. A mãe da menina lembrou: “Eu disse, ‘Deus, você não pode levá-la ainda, por favor, não a leve ainda’”.

 Fonte: jovenscristaos.

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